17/05/2006 - Convergência Digital . Canal VoIP . Pesquisas
Comparatel diz que há tarifas mais competitivas que Skype no Brasil
:: Ceila Santos ::
A Comparatel fechou parceria com 11 operadoras VoIP para analisar o preço mais
competitivo das tarifas oferecidas ao usuário final e às empresas. E garante que
a compatição nesta área é acirrada.
"O skype e outros serviços internacionais têm tarifas extraordinariamente baixas
para ligações internacionais, mas as operadoras nacionais já conseguem oferecer
tarifas competitivas ao skype em ligações consideradas interurbanas para Estados
que não sejam Rio de Janeiro nem São Paulo", observa André Sielaff, diretor
geral da Comparatel.
Ele explica que calcula a tarifa do Skype a R$ 0,07, e não a US$ 0,02 -- tabela
do fornecedo --, porque inclui alguns custos, além do valor real do dólar, como
uma parcela da anuidade do cartão de crédito e os impostos cobrados na
transação. O skype ainda é mais vantajoso para quem liga para São Paulo, mas a
Mundi Brasil consegue oferecer uma tarifa bem próxima, de R$ 0,10, sem a
inconveniência de pagar em dólar e via cartão de crédito internacional, compara
Sielaff.
O executivo ainda alerta para o fato da qualidade das ligações do skype para
celulares e alguns telefones convencionais. "O serviço é bem interessante para
os usuários internacionais. Mas no momento em que o usuário Skype liga para
telefone comum, principalmente celular, a coisa muda", comenta.
A Comparatel foi criada em 2001 com o objetivo de dar uma referência de preço às
tarifas fixas e de celulares às empresas. O serviço é cobrado somente de
corporações, porque oferece análises personalizadas à demanda corporativa. Já o
usuário final pode comparar livremente algumas tarifas do banco de dados da
empresa por meio do site www.comparatel.com.br.
Tarifas telefônicas, só pela internet
Adriana Mompean
Qual é a operadora de telefonia fixa que cobra a tarifa mais barata neste
momento? Se consumidor quiser saber, terá de recorrer à internet. Essa é a
conseqüência da acirrada concorrência no setor de telefonia, hoje povoado por
uma gama de operadoras gigantes e desconhecidas.
Bom para o consumidor, que sai ganhando com a queda dos preços das ligações. Por
outro lado, mal para o consumidor, que fica sem saber qual operadora usar em
determinado momento, já que as tarifas são mutantes, chegando a confundir o
usuário. Assim sendo, somente a internet para resolver o problema.
De acordo com levantamento realizado pelo Diário, o site da Anatel (Agência
Nacional de Telecomunicações) é um dos mais completos na busca e comparação de
preços entre as operadoras. Atualmente existem 24 prestadoras autorizadas a
realizar ligações locais e de longa distância nacional e internacional em várias
regiões do Estado de São Paulo.
No site da Anatel o consumidor deve acessar o link telefonia fixa. Em seguida,
clicar no ícone STFC, passando a seguir pelo link tarifas e preços e finalmente,
clicando em informações de preços e tarifas. Na comparação das tarifas
telefônicas, o site da agência do governo traz o valor por minuto, com impostos,
apenas de planos básicos das prestadoras de serviço. O consumidor deve digitar o
DDD e prefixo da origem e destino das ligações e o horário em que pretende
realizar a chamada telefônica.
Outra alternativa é o site Comparatel, que oferece comparação de tarifas
gratuitamente a partir da telefonia fixa para pessoas físicas. "Acompanhamos e
atualizamos diariamente 245 planos tarifários no país", diz Andreas Sielaff,
fundador da empresa que tem como parceiros os sites UOL e Buscapé.
Sielaff diz que o mercado entre as prestadoras é muito dinâmico. A cada dia
novas operadoras pedem e também renunciam a autorizações da Anatel para operar
em ligações locais e de longa distância no país. A opção é tanta que novas
prestadoras são até muitas vezes desconhecidas da maioria do público da Grande
São Paulo – você já ouviu falar das empresas Primeira Escolha (24) e Hip Telecom
(28)?
No caso de ligações de longa distância nacional e internacional, o consumidor
poderá identificar os horários e destinos com maior freqüência de suas chamadas
para posteriormente pesquisar um plano tarifário mais conveniente. "Em primeiro
lugar, é preciso que a pessoa entenda qual é o seu hábito de consumo. Outra dica
é que o consumidor não se deixe levar por promoções anunciadas em meios de
comunicação, que muitas vezes são de pouca duração e trazem horários e
distâncias específicas", aconselha Alcides Troller Pinto, diretor de marketing
da GVT (25).
Em ligações locais, em que a Telefônica detém a concessão na maioria das regiões
do Estado de São Paulo, a opção para economizar é deixar as conversas
prolongadas para o período de pulso único: das 0h às 6h nos dias úteis ou das
14h de sábado até as 6h de segunda-feira, além de feriados. Qualquer ligação
realizada neste período custa somente um pulso (R$ 0,15), independentemente da
sua duração.
De acordo com Andreas Sielaff, do site Comparatel, atualmente podem ser
encontradas tarifas a partir de R$ 0,09 por minuto em ligações de longa
distância nacional e a partir de R$ 0,05 em ligações internacionais.
Procon – Na opinião de Ana Alice Gasparini, assessora técnica da Fundação
Procon-SP, o consumidor brasileiro não tem o hábito de pesquisa.
De acordo com a profissional, o setor de telefonia é um dos mais reclamados na
entidade. Em 2004, 39% das queixas dos consumidores foram direcionadas para o
segmento. "Grande parte das reclamações foram por cobrança indevida ou o não
reconhecimento de chamadas. Por isso, é interessante que o consumidor realize
também um controle das ligações para posteriormente checar a conta telefônica",
afirma.
EMPRESAS OFERECEM NOVAS OPÇÕES DE TELEFONIA VIA REDE
Fernando Badô
UOL e Yahoo! acirraram a disputa pela preferência dos internautas por serviços
de tráfego de voz via internet. O UOL estréia no ramo de voz sobre IP com o Fone
UOL (1 Mbyte; fone.uol.com.br).
O programa, que só pode ser usado por assinantes, permite ligações do micro para
telefones comuns. Assim como em outros serviços de VoIP, as tarifas são um pouco
mais baixas do que as praticadas pelas operadoras de telefonia fixa.
A lista completa das tarifas do Fone UOL estão em
fone.uol.com.br/tarifas.html.
O serviço é uma boa opção para ligações interurbanas. Para ligações locais, no
entanto, só vale a pena se a conversa durar menos de um minuto. Isso porque cada
minuto de ligação para São Paulo com o Fone UOL custa R$ 0,18. Pela Telefônica,
o preço total dos quatro primeiros minutos é de R$ 0,27, independentemente da
duração da ligação.
Confira os valores de diversas operadoras no site Comparatel (www.comparatel.com.br).
A principal vantagem é a facilidade de utilização. O programa tem um teclado
numérico virtual. Para fazer uma ligação, basta digitar o código de área da
cidade seguido pelo telefone desejado --não é necessário digitar o código da
operadora. Para ligações internacionais, é preciso digitar o código do país
antes do código da cidade e do número do telefone.
O sistema é pré-pago. O usuário pode comprar créditos de R$ 20 ou de R$ 40,
pagos com cartão de crédito ou com boleto bancário, que é emitido na hora.
....
BRASIL É O PAÍS QUE MAIS COBRA IMPOSTOS NA CONTA TELEFÔNICA
O Brasil é o país que mais cobra impostos sobre serviços de telecomunicações no mundo, segundo pesquisa da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Sobre a conta telefônica incidem o ICMS estadual (a alíquota de São Paulo é de 25%) e os tributos federais Cofins (3%) e PIS (0,65%). Como esses tributos são aplicados sobre o valor final da conta, o consumidor paga imposto sobre imposto. Uma alíquota total de 28,5% representa uma tributação efetiva de 40,15%. Um exemplo: numa conta telefônica no valor de R$ 100, sem impostos, o consumidor vai pagar R$ 140,15.
Além desses tributos, a conta de telefone traz ainda o Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações), com contribuição de 1%, e do Funtel (Fundo de Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações), com contribuição de 0,5%. Segundo a Anatel, quem paga esse valor são as operadoras e o preço não é repassado ao consumidor.
Os brasileiros pagam uma tarifa muita alta, se comparada com as de outros países. Nos Estados Unidos e no Japão, por exemplo, o valor dos tributos são de 3% e 5%, respectivamente.
Para Andreas Sielaff, consultor telefônico e diretor do site Comparatel, o Estado não está cumprindo sua função social. “Em vez de assegurar preços baixos para os serviços essenciais, os Estados descobriram os serviços públicos como grandes fontes de contribuições e impostos. Os altos tributos fazem parte do sufoco da dona de casa e dos empecilhos do pequeno empreendedor, já que sem comunicação não existe atividade econômica”, diz Sielaff.
A Embratel acredita que a cobrança de um imposto menor levaria a um aumento no número de ligações, pois as taxas de impostos oneram os gastos com tefefonia e inibem o consumo.
Sielaff destaca dois grupos que iriam se beneficiar com uma redução dos impostos. O primeiro é a camada de população que não consegue assumir uma conta mensal de R$ 40 ou R$ 50 e fica excluída da possibilidade de ter um telefone em casa. “O preço da assinatura mensal também é um fator que pesa no valor da conta”, diz.
O segundo grupo que se beneficiaria com essa redução, segundo Sielaff, seria o das empresas em busca de parceiros internacionais, que hoje precisam pagar bem mais pela telecomunicação do que empresas européias ou americanas.
Tanto as linhas residenciais como comerciais pagam essas tributações. Segundo Gabriela Tercotti, assistente de marketing da Roma, empresa de São Bernardo que presta assessoria em comércio exterior, a maioria dos contatos da empresa é feito por e-mail, já que ligações internacionais custam muito caro. “Certa vez, fizemos uma ligação de sete minutos para África e gastamos R$ 55. É muito dinheiro para apenas uma ligação”, afirma Gabriela.
Por outro lado, a vendedora Suemary Estella, de São Bernardo, diz que as ligações internacionais estão bem mais acessíveis do que nos últimos anos. “Minha irmã e meu sobrinho estão morando na Alemanha e eu falo com eles a cada dois dias. Porém, ela me liga freqüentemente, pois a ligação da Alemanha para o Brasil é mais barata do que do Brasil para a Alemanha. No final do mês minha conta fica em R$ 300, em média”.
05/07/2003, O Globo - Economia - Telefonia - Rio de Janeiro
MUDANÇAS NAS LIGAÇÕES DE TELEFONES CELULARES PODEM CONFUNDIR USUÁRIOS
Erica Ribeiro e Mirelle de França
As novas regras para ligações interurbanas e internacionais de telefones
celulares prometem virar a cabeça dos usuários a partir de amanhã, quando
entram em vigor. Para o diretor da consultoria telefônica Comparatel, Andreas
Sielaff, faltou atenção das operadoras no sentido de explicar de forma didática
como fazer ligações no novo sistema.
"Será uma grande confusão não só no início como nas próximas semanas. As
tabelas publicadas nos jornais não explicam nada. Ao olhar a tabela, acredito
que o usuário não saberá se o preço da operadora de longa distância será a
única tarifa que ele vai pagar ou se incidem também taxas da operadora
celular. Podem incidir, além da tarifa longa distância, tarifas de
deslocamento," diz Sielaff.
Segundo ele, as empresas deveriam ter investido em campanhas para explicar o
novo sistema de um modo mais fácil. Sielaff afirma que a tendência é de migração
temporária para a telefonia fixa até entender o que fazer, afirma Sielaff.
Guerra de tarifas pode começar em dois meses
O analista do Yankee Group, Luiz Minoro Shibata, diz que no Rio as regras serão
mais fáceis de entender do que nos demais estados:
"No caso dos usuários das operadoras Oi, TIM e Vivo, é fazer a ligação
de longa distância como se faz em um telefone fixo", diz Minoro.
Ele lembra também as agenda de telefones do celular com números interurbanos
deverão ser ajustadas.
Sielaff e Luiz Minoro acreditam que em dois ou três meses começa a guerra de
tarifas das operadoras. Mas a briga, dizem, será curta para não prejudicar o
caixa das empresas.
"A guerra não vai durar muito e terá o mesmo ritmo das campanhas que
aconteceram na briga de longa distância em telefones fixos", avalia Luiz
Minoro.
"A proximidade das festas de fim de ano será usada pelas empresas como um
caminho para disputar clientes e vender mais aparelhos também", diz
Sielaff.
O uso de celular pré-pago em ligações de longa distância divide a opinião
dos analistas.
"Haverá um bom diferencial de preços para usuários de pré-pago, pois a
operadora tem a garantia contra a inadimplência. Uma parcela de usuários de pré-pago
não tem telefone fixo em casa", observa Minoro.
Andreas Sielaff não recomenda o pré-pago em ligações de longa distância:
"Como o pré-pago não tem conta, o usuário não pode controlar as
tarifas. Isso é aceitável no âmbito local, acompanhando mais ou menos os
minutos gastos. Na longa distância é pouco recomendável."
CELULARES - NOVAS TABELAS, QUE DEVEM SER DIVULGADAS HOJE, MOSTRAM ESTRATÉGIAS DIFERENCIADAS
Seleção de operadoras já provoca queda de tarifas no interurbano
Heloisa Magalhães e Marineide Marques, Do Rio e de São Paulo
Um telefonema de três minutos de um celular pós-pago entre Brasília e Rio de Janeiro pode custar 51% mais do que os mesmos três minutos de ligação por meio de um telefone fixo entre Brasília e Nova York. O custo do telefonema de um celular pré-pago entre a capital federal e o Rio pode ficar 155% mais caro do que o mesmo telefonema do fixo para a movimentada cidade americana.
É pouco comum o uso do celular pré-pago para qualquer tipo de longa distância, o cliente usa mais o serviço para receber ligações e para as locais e curtas. Mas a diferença mostra que a queda esperada nos preços do serviço celular com a entrada em operação, a meia noite de sábado, da obrigatoriedade do uso do código de seleção de prestadora vai ser muito bem-vinda.
Vale ressaltar que há dezenas de planos diferentes sendo praticados. As comparações entre celular e fixo na longa distância entre Brasília/Rio e Brasília/Nova York levam em conta as tarifas praticadas pela Vivo e Intelig. O minuto internacional da operadora de longa distância no plano básico é de R$ 2,90, enquanto o da Embratel, R$ 2,97.
Foram escolhidas para comparação por serem focadas na longa distância. No cotejo dos percentuais, foram destacados os preços da Vivo para exemplo na telefonia celular, porque ela opera nas duas cidades. O valor apresentado foi do plano básico, cujo preço do minuto é de R$ 1,46 no pós-pago e R$ 2,18 no pré-pago.
O confronto dos valores, checados com as operadoras, foi realizado pela Comparatel.com.br, empresa especializada em comparação de tarifas telefônicas. O diretor da empresa, Andreas Sielaff, lembra que o celular no Brasil é mais caro que nos Estados Unidos e alguns países da Europa. "Os impostos são muito mais altos. Nos Estados Unidos, ficam em torno de 3%, enquanto no Brasil oscilam entre 40% e 60%, dependendo do estado. Em Roraima, chega a 62,9%. Na maioria, a tributação efetiva atinge 40%, sendo que no Rio é 50%", diz Sielaff. A Comparatel atua na chamada engenharia tarifária, especializada na avaliação dos planos tarifários com a maior economia, serviço indicado para empresas com gastos telefônicos acima de R$ 3 mil.
As primeiras tabelas de preços das chamadas interurbanas por celular, que devem ser divulgadas hoje pelas operadoras, mostram que o consumidor já começa a se beneficiar da concorrência na escolha da prestadora. Nos planos básicos pré-pagos, a queda média numa chamada entre Rio e São Paulo, por exemplo, é de 35%.
A redução joga por terra o discurso das operadoras, que eram quase todas contrárias à seleção da prestadora. O principal argumento era de que a mudança só traria transtorno ao usuário, sem a contrapartida da queda de preço. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), ao contrário, projeta redução de até 51% nas tarifas de longa distância.
O Valor teve acesso a alguns números dos planos pré-pagos elaborados pelas companhias. Neste primeiro momento da competição, a Telemar tem os preços mais competitivos. Na média, o minuto custa R$ 0,71, comparado a R$ 0,96 da Telefônica, R$ 1,19 da Intelig e R$ 1,37 da Embratel.
Os valores correspondem aos planos básicos, que tendem a ser os mais altos. Os chamados planos alternativos, aqueles nos quais os usuários compram pacotes de minutos ou privilegiam alguns horários ou destinos, devem ser lançados na semana que vem. A expectativa é de que à medida que as empresas tiverem conhecimento do preço da concorrência, os valores caiam mais.
As tabelas mostram estratégias diferenciadas. A Intelig, que sempre pregou a descomplicação, optou por um único preço para as chamadas geradas pelos celulares pré-pagos, independente da distância e do horário. A maioria das empresas, no entanto, oferece preços diferentes, de acordo com o destino e o horário. As tarifas também variam de acordo com a operadora móvel: a Embratel tem tarifas médias de R$ 1,37 o minuto com a Telecom Americas e com a Vivo, subindo para R$ 1,83 na Oi.
A Telemar não comenta os valores. "Queremos garantir a qualidade dos serviços e a taxa de completamento das ligações", comenta o diretor de longa distância da Telemar, Jorge Braga. Segundo ele, será contratada uma auditoria para fazer o acompanhamento.
04/12/2002, Ministério Público de Mato Grosso do Sul - Website
TELEFONES VÃO TER UM NOVO REAJUSTE - 04/12/2002
O aumento é em virtude de o PIS/Pasep ter subido de 0,65% para 1,65% no setor de serviços desde o dia 1º
Daniel Pedra — da redação
Já foram iniciados os reajustes das tarifas telefônicas em conseqüência do aumento das alíquotas do PIS/Pasep (Programa de Integração Social), que subiram de 0,65% para 1,65% no setor de serviços. Os primeiros reajustes autorizados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) foram publicados no Diário Oficial da União de segunda-feira, sendo de 1,49% para a BCP, que opera telefonia móvel em São Paulo, e de 1,40% para a BSE, que atua no Nordeste, nos Estados onde o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é de 25% e de 1,51% onde o ICMS é de 28%.
Na telefonia fixa, a primeira a ter o reajuste autorizado foi a Sercomtel, que atua em Londrina (PR) e teve o teto tarifário elevado em 1,49%. As demais operadoras deverão apresentar seus pedidos nos próximos dias. Todas as empresas de telefonia fixa e celular foram afetadas pela mudança, mas algumas ainda não pediram à agência a autorização para o repasse e outras já fizeram o pedido e esperam uma resposta da agência. A BrasilTelecom e a GVT, por exemplo, que atuam na telefonia fixa em Mato Grosso do Sul, não quiseram comentar se já solicitaram o repasse para a Anatel e portanto ainda não foi definido o índice de aumento no Estado.
No caso da Telems BrasilTelecom, será o segundo reajuste no ano, já que no dia 29 de junho os clientes da empresa tiveram um aumento de 12,22% no valor da assinatura mensal, percentual 38% acima do índice de 8,85% autorizado pela Anatel. A assinatura residencial subiu de R$ 23,32 para R$ 26,58 e para compensar esse aumento extra a Telems baixou em 1,84% a assinatura não residencial, de R$ 36,24 para R$ 35,75 e em 12,93% a linha tronco, que caiu de R$ 41,06 para R$ 35,75%, enquanto o preço do pulso telefônico subiu 7,11%, de R$ 0,09924 para R$ 0,10684.
Tributos
De acordo com cálculos da Comparatel, empresa de Curitiba (PR) especializada em telefonia, a alteração de alíquota vai fazer com que uma conta de R$ 100,00, por exemplo, passe para R$ 101,42. Segundo a empresa, em cada R$ 100,00, que o cliente paga na conta telefônica, R$ 40,15 são destinados ao pagamento de impostos, sendo que desse total estão computados os 0,65% do PIS, 3% do Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) e 25% do ICMS.
Embora a soma dos três tributos atinja uma carga tributária de 28,65%, na prática, como são calculados por dentro, o custo acaba chegando aos 40,15% e, com isso, o custo dos impostos aumenta em R$ 11,50.
No caso específico do ICMS, embora a alíquota seja de 25%, acaba representando 35,3% no custo final da conta, sendo que numa conta de R$ 1.000,00, com a cobrança de todos os impostos, o consumidor acaba pagando R$ 1.401.54.
O aumento da alíquota do PIS foi fixado pela Medida Provisória 66, editada em 29 de agosto e que faz parte da minirreforma tributária do governo, para reduzir a tributação sobre as exportações, mas a mudança acabou onerando o setor de serviços. Na semana passada, um acordo entre os líderes partidários na Câmara retirou a mudança de alíquota, mas o governo reagiu e insistirá em restabelecer a medida no texto, que deverá ser votado nesta quarta-feira.
A medida provisória, que trata da minirreforma tributária, deve ser votada hoje pelo plenário da Câmara dos Deputados. A matéria, que está trancando a pauta, já teve a votação adiada por várias vezes. O presidente da casa, Aécio Neves (PSDB/ MG), já determinou que era o último dia para se tentar um acordo.
A matéria completa você lê na edição da Folha do Povo
ENGENHARIA TARIFÁRIA AJUDA A ECONOMIZAR NO TELEFONE
Vânia Casado
Equipe da Folha
Curitiba As empresas que utilizam muito os serviços de DDD (Discagem Direta à Distância) e DDI (Discagem Direta Internacional) já podem contar com um serviço de consultoria especializada para reduzir o valor da conta mensal de telefone. Trata-se de um serviço apelidado de ''engenharia tarifária'' muito difundido na Europa, no período da pós-privatização dos serviços de telefonia e abertura de mercado, que começa a ser reproduzido por aqui.
De acordo com o diretor da empresa de consultoria Comparatel, Andreas Sielaff, as empresas nem sabem direito como podem economizar e por isso pagam mais caro do que deveriam. Ele ressalta, porém, que o serviço de consultoria é mais eficaz para as empresas que não usam muito os serviços de telefonia local, porque nesse caso é praticamente impossível reduzir o valor da conta de telefone, em função do monopólio que ainda predomina nesse segmento.
Sielaff acredita que é possível reduzir em até 20% seus gastos globais, só utilizando os planos alternativos das operadoras. O consultor não recomenda às empresas aderirem aos planos de fidelização porque podem perder vantagens oferecidas por outras operadoras. Daí a importância de um serviço de consultoria, que explora o uso inteligente dos diferentes planos tarifários disponibilizados pelas operadoras.
Para isso, o consultor faz uma análise detalhada da conta da empresa durante o período de um mês. Em 15 dias, Sielaff entrega um relatório com cinco ou seis páginas indicando quais os planos alternativos que podem ser utilizados pelo cliente e quais são os horários mais recomendados. A estrutura montada pelo consultor, busca os melhores planos alternativos no mercado para atender o perfil do cliente.
O consultor esclarece que o custo desse serviço equivale à economia que a empresa fará na sua conta de telefone, por um mês. ''Ou seja, o serviço sai praticamente de graça, porque corresponde ao valor que a empresa vai deixar de pagar para a operadora'', explicou. No site da empresa, www.comparatel.com.br, Sielaff mostra como as tarifas podem ser comparadas. Ele presta serviço de consultoria grátis para as pessoas físicas.
Se uma família encontra dificuldades para controlar a conta do telefone fixo ou do celular, o mesmo não ocorre com quem tem linhas comerciais. Pequenas, médias e grandes empresas encontram no mercado diversos planos oferecidos pelas operadoras. Segundo as telefônicas, dependendo do caso, a redução chega a 60% – até o uso do celular pode ser mais vantajoso. As companhias não divulgam números, mas confirmam que a procura pelos planos destinados aos "clientes corporativos" tem aumentado bastante.
Mas a escolha do melhor plano, aquele que oferece a maior economia, não é simples. O consultor Andreas Sielaff, da Comparatel – que presta assessoria a quem deseja saber como pagar menos pelas ligações – avisa que muitos clientes corporativos poderiam
estar economizando muito mais se soubessem diagnosticar qual o plano mais apropriado.
De acordo com Sielaff, não basta a empresa saber quais os horários que mais usa o telefone, nem qual o destino mais comum e a duração média das ligações. A combinação desses fatores é que necessita ser bem detalhada, para descobrir qual o plano ideal, salienta o consultor.
Assim, continua ele, uma empresa pode optar por um plano que reduza bastante a tarifa das ligações naquele horário preferido. Entretanto, uma outra operadora que oferece preços maiores dá bons descontos para determinados destinos, até certa quantidade de minutos de chamada. Detectar o que vale mais a pena é a tarefa mais complicada.
"Há dezenas de planos no mercado. Não dá para generalizar e dizer qual é o melhor. Isso depende do perfil de cada cliente. O empresário pode até entrar em um plano, ver que a conta ficou mais barata, mas ele não sabe que poderia estar aproveitando opções melhores, economizando muito mais", observa Sielaff.
Tamanho da conta
O "tamanho" da conta telefônica é também fator determinante. Para empresas que gastam em demasia com chamadas interurbanas, outros sistemas de comunicação podem ser mais vantajosos, avisa o consultor.
Os radiocomunicadores da Nextel, por exemplo, valem principalmente para quem está em constante contato com localidades fora do estado de origem.
O cliente corporativo paga uma mensalidade para a operadora e, no lugar de utilizar o telefone, faz as chamadas via rádios da Nextel. Só é necessário que o lugar onde esteja a outra ponta seja alcançado pela rede da operadora e que o outro interlocutor, logicamente, tenha o aparelho apropriado.
Já o sistema Voz sobre Internet Pública (Voip) é ideal para empresas que fazem chamadas internacionais com muita freqüência, explica Andreas Sielaff. A transmissão da voz é pela rede da internet, mas as ligações podem ser feitas por um aparelho de telefone, e não via computador.
A tecnologia Voip ainda é pouco difundida no Brasil. Segundo Andreas Sielaff, embora represente uma concorrência "forte" com as operadoras telefônicas, não há implicações legais contra o Voip. De acordo com o especialista, o sistema não é regularizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), todavia as companhias que o desenvolvem não encontram obstáculos porque argumentam que o Voip não se enquadra em um tipo de serviço que caberia à Anatel regulamentar.
03/09/2002, Correio Braziliense, Economia - Brasília
LIGAÇÕES DEVEM FICAR MAIS CARAS
Um dos efeitos da minirreforma tributária do governo será um aumento de 1,42% na conta do telefone. Tributação sobre o serviço no Brasil chega a 42%, enquanto nos EUA é de apenas 3%
Lauro Rutkowski
Da equipe do Correio
A conta de telefone deve ficar 1,42% mais cara por causa da minirreforma tributária promovida pelo governo federal. A partir de 1º dezembro, a alíquota do Programa de Integração Social (PIS) subirá de 0,65% para 1,65%. Com isso, a alta de custos das empresas deverá ser repassada ao consumidor. De acordo com cálculos da Comparatel, empresa de Curitiba especializada em telefonia, a alteração de alíquota vai fazer com que uma conta de R$ 100, por exemplo, passe para R$ 101,42.
O usuário de telefone no Brasil é um dos mais tributados do mundo. ‘‘O consumidor vai pagar R$ 71,35 pelo serviço e mais 42,15% sobre esse valor em tributos’’, calcula Andreas Sielaff, diretor da Comparatel. Para se ter uma idéia, a carga tributária nos Estados Unidos chega a 3%, na Itália bate nos 9% e na Argentina não ultrapassa 19%. ‘‘Não há condições de um país se desenvolver com um serviço telefônico tão caro’’, diz Sielaff.
O PIS é uma contribuição recolhida pelas empresas que vem embutida nos preços de produtos e serviços. Essa contribuição destina-se ao pagamento de seguro-desemprego e à concessão de abono a trabalhadores com renda média mensal de até dois salários mínimos. A base de incidência do tributo também mudará. O PIS passará a ser cobrado sobre o valor total dos produtos e não mais sobre o faturamento bruto das empresas.
O grande vilão da conta telefônica, porém, não são os dois tributos federais (além do PIS, a União cobra 3% de Contribuição para Financiamento da Seguridade Social, a Cofins). O maior tributo é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é recolhido pelas operadoras em favor dos estados e do Distrito Federal. Na maioria das unidades de federação, como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, a alíquota de ICMS é de 25%. Esse custo é integralmente pago pelo consumidor.
A alíquota do PIS sobre serviços foi elevada para que não houvesse perda de arrecadação decorrente de um pacote tributário de 63 medidas, criado por medida provisória com o propósito de derrubar preços de mercadorias. Pelas novas regras, em dezembro o PIS deixará de incidir sobre o faturamento bruto das empresas. Será cobrado sobre o valor agregado dos produtos, como ps presentes nas prateleiras dos supermercados, por exemplo. O valor agregado é o lucro obtido com a valorização de um produto entre uma etapa e outra de comercialização.
Como os supermercados faturam muito, mas têm margem pequena de ganho (baixo valor agregado), as mudanças reduzirão o montante recolhido a título de PIS. Exemplo: um supermercado fatura R$ 1 milhão por ano. Pelo sistema antigo, teria que pagar R$ 6,5 mil à Receita, o correspondente a 0,65%. De acordo com a MP, o tributo incidirá sobre a margem de ganho do supermercado, em média, de 2%. Quer dizer: a alíquota de 1,65% incidirá sobre R$ 20 mil. O PIS recolhido será de R$ 330.
Em compensação, as contas telefônicas deverão ficar mais caras com as mudanças do PIS. Segundo o secretário da Receita Federal, Everardo Maciel, o setor de serviços — com exceção do de energia elétrica, que terá tratamento diferenciado —, realmente pagará mais imposto, justamente por ter um valor agregado maior. No cômputo geral, diz Everardo, o consumidor perde ao pagar uma conta telefônica mais cara, mas ganha ao fazer compras no supermercado.
As concessionárias do sistema de telefonia não se manifestaram sobre a elevação de carga tributária, mas há um movimento junto à Agência Nacional de Telecomunicações para que o órgão sugira redução de ICMS para contabalançar o impacto do PIS. Outra solução em discussão para evitar a alta do PIS é o trabalho de convencimento no Congresso, que pode modificar a MP do pacote tributário.
Entrada em operação da Telemar no sistema acirra
concorrência e baixa preços das ligações à distância
Micheline Batista
A entrada em operação do DDD 31 da Telemar em ligações para todo o País
traz para o consumidor mais uma oportunidade de comparar preços e escolher o
código que traga mais economia para o bolso. Agora são três opções de
operadoras para o DDD nacional - Embratel, Intelig e Telemar - e uma quarta opção
para o DDD regional com o código 85 da Vésper, que quase ninguém lembra de
usar. Apesar de dizer que não vai aderir à guerra tarifária, a Telemar
chega ao mercado com preços bastante competitivos, mesmo acrescidos com
impostos. Um minuto de ligação para localidades acima de 300 quilômetros
sai a R$ 0,41307 no horário normal, enquanto que, pela Intelig, paga-se R$
0,49743. Pela Embratel, o valor é R$ 0,57351.
Atualmente, o mercado de ligações DDD movimenta algo em torno de
R$ 7,2 bilhões no Brasil, com 50 bilhões de minutos por ano. Cerca de um terço
desse volume é realizado pela Telemar. O preço suave oferecido pela
operadora, neste primeiro momento, tem uma razão muito simples. A empresa é
dona da chamada última milha em 16 estados brasileiros, do Rio de Janeiro ao
Amazonas. É ela quem conecta os usuários às outras operadoras em sua região
e por isso cobra uma tarifa de interconexão, que é o que encarece os preços
de telefonia.
Um exemplo. Se você liga do Recife para São Paulo pela Embratel,
essa operadora paga uma tarifa de interconexão na origem, à Telemar, e outra
no destino, à Telefônica, dona da última milha naquele estado. Ligando pela
Telemar, a ligação sai mais barata porque ela não tem que pagar interconexão
à si mesma e sim apenas à Telefônica. Esse, aliás, é o motivo da briga
que a Embratel está travando na Justiça contra as operadoras locais que
conquistaram o direito de oferecer serviços de longa distância nacional e
internacional, como a Telemar e a Telefônica. Se as empresas quiserem
revidar, certamente vão tentar impedir que a Embratel comece a prestar serviços
locais, como é pretendido. Sai perdendo o consumidor.
Por enquanto, o DDD da Telemar só está liberado para as ligações
originadas em sua área de atuação. A expectativa é que, em breve, o serviço
também esteja disponível para os clientes da Telefônica e da Brasil
Telecom, que atua no Centro-Oeste e no Sul do País. "A intenção da
empresa nesse momento é fidelizar seus clientes em sua área de atuação,
onde já detém 70% do market share", explica o diretor superintendente
da Telemar em Pernambuco, Victor Centeno. Em Pernambuco, a Telemar possui 1,1
milhão de clientes, sendo 870 mil somente no segmento residencial.
BÁSICO - Vale lembrar que os planos básicos das operadoras são os mais
utilizados pelos consumidores - e os mais caros. Poucos se dão ao trabalho de
se cadastrar em algum plano alternativo, para obter descontos em certas condições.
Muitas vezes, ao pensar em ligar para alguém em outro estado, disca-se o
primeiro código que vem à memória. Alguns preferem o 23 pela comodidade do
valor vir cobrado na mesma fatura da Telemar. O problema é que a Intelig
oferece uma tarifa razoável para chamadas em horário normal, mas a tarifa é
a mesma no horário reduzido.
Quem tem acesso à internet pode utilizar o site Comparatel para
escolher os códigos com os menores preços. Basta indicar origem, destino,
dia e horário da chamada. Um serviço semelhante é oferecido pela própria
Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A adesão aos planos
alternativos das operadoras também pode trazer economia. Na Telemar os
descontos podem chegar a 53%, sem taxa de adesão e sem mensalidade. Para o
segmento residencial, a empresa oferece tarifa para o horário normal de R$
0,29261 nas ligações fixo-fixo, com impostos. Pelo Sempre 21, da Embratel, a
tarifa cai de R$ 0,57351 para R$ 0,40; na Conta Reduzida Intelig, de R$
0,49743 para R$ 0,42.
SERVIÇO ON LINE PERMITE PESQUISAR PREÇO DA LIGAÇÃO
Com o plano adequado, economia de empresas chega a 20%
O usuário pode acessar o sistema de graça na internet
DEISE ROZA
É possível economizar com as tarifas telefônicas sem precisar quebrar a cabeça escolhendo entre os vários planos oferecidos por cada uma das quatro operadoras que atuam no mercado paranaense (Intelig, Brasil Telecom, GVT e Embratel). Há um serviço na internet, criado pela empresa Comparatel, que faz as contas por você. Basta digitar a origem, o destino e o tempo previsto da ligação, que o sistema da empresa apresenta uma tabela com os preços de cada plano das operadoras, do mais barato ao mais caro. Para empresas, a economia pode chegar a 20%.
O serviço é gratuito e cobre todo o Brasil. Ele já existe desde maio do ano passado, e agora pode ser acessado no site "Tarifas Telefônicas". A partir da próxima semana, a Gazeta do Povo também trará, todas as segundas-feiras, uma tabela de comparação de preços.
Segundo o criador da Comparatel, Andreas Sielaff, não é possível precisar o percentual de economia para o usuário em geral (que não seja uma empresa), pois cada um tem um perfil de uso. Mas a economia é visível. Uma ligação de dez minutos de duração, de Curitiba para São Paulo, ontem às 16 horas, custaria R$ 4,47 pelo plano básico da Intelig e R$ 5,65 pelo da Embratel. Se fosse pelo plano alternativo "Rede de Negócios Intelig" custaria R$ 3,31. "Fazendo as comparações, a pessoa vai ver qual o plano mais adequado", diz Sielaff, que lembra que os preços das tarifas dependem muito do horário da ligação.
Ele explica que cada operadora tem um plano básico e vários planos alternativos. Estes últimos são imbatíveis para os horários comerciais. "A maioria das pessoas não conhece as opções de planos alternativos", diz. "Esse mercado é muito dinâmico. Sempre estão surgindo novidades", completa. Um exemplo são as promoções relacionadas à Copa do Mundo. As operadoras estão baixando os preços nas ligações para os países participantes da competição. A tabela da Comparatel tem links para as operadoras e planos, explicando as características, vantagens e maneiras de se habilitar.
O programa que permite a comparação levou um ano para ser desenvolvido e tem seu preço estimado em cerca de US$ 500 mil. "O banco de dados é enorme. Só de prefixos de localidades são 60 mil itens", diz Sielaff. Para prestar informações precisas, a equipe da Comparatel atualiza o cadastro de planos e preços todos os dias.
Empresas
Com a experiência adquirida, a Comparatel presta assessoria para empresas que querem reduzir seus gastos com telefone. "Fazemos uma análise da conta, elaboramos um perfil do cliente e apresentamos uma proposta dos planos alternativos mais adequados para a empresa", explica Andreas. O preço do serviço é o valor que se conseguir economizar em um mês de aplicação da proposta.
Na guerra de tarifas travada pelas operadoras de telefonia no Brasil, o melhor a fazer é não confiar apenas nos comerciais veiculados no rádio, TV e jornais e buscar o auxílio da Internet para conferir quem está realmente oferecendo os preços mais baixos para ligações nacionais e internacionais.
Já existem vários sites especializados em fornecer este tipo de informação. Não cobram nada do usuário e saber qual o melhor preço de um interurbano é rápido. Basta acessar a Web, entrar em um dos sites e descobrir como economizar. O mais novo site a fornecer este tipo de informações é o Comparatel. Ele possui também um canal de notícias voltado especificamente para o setor de telecomunicações, além de links para outros endereços eletrônicos de orientação para o consumidor.
Marco Antonio Monteiro
mmonteiro@gazetamercantil.com.br
INTERURBANOS MAIS BARATOS
O site COMPARATEL traz um serviço interessante para pessoas físicas e empresas com grande volume de ligações interurbanas nacionais ou internacionais. A página traz uma ferramenta que permite a pesquisa da tarifa mais barata entre duas cidades, com duração, data e hora predeterminadas. Os resultados são mostrados levando-se em conta não apenas as operadoras, mas também os planos de tarifas a serem utilizados. Uma ligação Brasília-Fortaleza, dia de semana, às 20 horas e com cinco minutos de duração, custa, por exemplo, R$ 1,05 no Toda Hora 21; R$ 1,26 no Opção 21 (ambos da Embratel); e R$ 1,89 no plano básico da Intelig. Além da comparação de preços, o site traz também notícias sobre o setor de telecomunicações. Confira em www.comparatel.com.br.
O site COMPARATEL traz um serviço interessante para pessoas físicas e empresas com grande volume de ligações interurbanas nacionais ou internacionais. A página traz uma ferramenta que permite a pesquisa da tarifa mais barata entre duas cidades, com duração, data e hora predeterminadas. Os resultados são mostrados levando-se em conta não apenas as operadoras, mas também os planos de tarifas a serem utilizados. Uma ligação Brasília - Fortaleza, dia de semana, às 20 horas e com cinco minutos de duração, custa, por exemplo, R$ 1,05 no Toda Hora 21; R$ 1,26 no Opção 21 (ambos da Embratel); e R$ 1,89 no plano básico da Intelig. Além da comparação de preços, o site traz também notícias sobre o setor de telecomunicações. Confira em www.comparatel.com.br.
Os internautas contam agora com mais uma ferramenta para comparar tarifas telefônicas brasileiras. É o Comparatel, onde o usuário pode descobrir as tarifas de telefonia fixa mais baratas para destinos locais, nacionais, internacionais e também móveis. Incluindo um local de origem e outro de destino, o site calcula gratuitamente os custos de uma ligação oferecidos por várias operadoras de telefonia. É possível analisar critérios como duração, distância, horário, dia de semana etc. Segundo a companhia, a comparação é feita de forma imparcial.
Fazer um 21, um 31, um 15, um 23 ou um 89? Para saber qual a tarifa mais barata na hora de fazer uma ligação interurbana os internautas já podem contar com o Comparatel que informa o preço de todas as operadoras que atuam no Brasil. O site acaba de ser criado e leva em consideração vários fatores na hora de fazer a comparação, como duração da conversa, distância, horário e dia de semana. Para utilizar o serviço basta informar o destino, a origem, o horário, a data e o tempo da ligação. O resultado aparece em forma de gráficos informando exatamente o valor das operadoras. Essa comparação pode ser para qualquer destino local, nacional, internacional ou móvel.
IDG Now! -- Os brasileiros contam agora com mais uma ferramenta para comparar tarifas telefônicas. Acessando o site www.comparatel.com.br, o usuário poderá descobrir as tarifas de telefonia fixa mais baratas para destinos locais, nacionais, internacionais e móveis. Basta clicar no item 'comparar tarifas' para calcular o custo de uma ligação.
O objetivo da empresa é agilizar a escolha das tarifas aplicadas pelas operadoras, analisando critérios diversos como duração, distância, horário, dia de semana entre outros. Os dados, segundo a companhia, são atualizados e a comparação é feita de forma imparcial. O serviço é gratuito e não necessita de cadastro.